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| Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que a fez tão importante[...] |
Esse sorriso que me ferre como um peso posto em meu peito, que arfa, buscando o ar que só o peso pode trazer. A necessidade masoquista de saber, mesmo sem saber por completo, fugindo e tentado encontrar, odiando e amando o ser que outrora era a inocência dos amantes bêbados em noite de lua minguante. Quando as chamas jazem quase mortas em um sepulcro esquecido, você é o ar que descobre e golpeia, voltando a trazer a vida e com ela a dor latente que grita no silencio da carne falsamente sucumbida. Eu gostaria de berrar, mas não o faço, não pela minha hipócrita educação inexistente, mas porque se o fizesse estaria matando a mim mesmo.

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